segunda-feira, 11 de junho de 2007

Heart solo




"É incrivel como ,olhando o crepúsculo que repousa agora (ao som de alegres gargalhadas vindas de alguem que se diverte amando...) sinto saudades do dia em que também eu era o protagonista e olhava o crepúsculo a dois...


Lembro-me tao bem...


Havia a felicidade a pairar por cima das nossas cabeças num remoinho enorme que levava palavras de amor, saidas das costelas do coração (qual eva que sai de adão) e que eram levadas quais bolinhas de sabão...


Tudo era mágico e difrente...os olhares cruzavam os olhares, as mãos seguravam as mãos e retiravamos a primeira sílaba da palavra "impossível" com um beijo demorado que não chegava para satisfazer o fogo que se acendera ha muito....




Hoje já nao sou o protagonista e ,enquanto escrevo isto o crepúsculo já foi dando lugar ao manto da noite que nos envolve num frio e defunto silêncio...so uma chama me resta ainda.


E ao gélido som do coro das lágrimas eu aqueço-me nesse fogo e olho a lua branca...pálida e sem vida...


..........


.....................


..o reflexo celeste da minha alma...."














Escrito durate uma viagem dolorosa de regresso à grande Lisboa....

1 comentário:

Unknown disse...

o amor é como uma roda da sorte...por vezes sorte, por outras azar...a dor da alma é muito pior que a fisíca...mas tudo se supera, o amor é infinito e aparece na esquina maios inesperada
abrx :)